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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Lógica da paixão


Um acaso.
Uma tarde.
Um olhar.
Uma mudança.
Um sorriso.
Uma noite.
Um suspiro.
Um beijo...
Um golpe do destino.
Duas lágrimas.
Três chances.
Várias mentiras.
Nenhum perdão.
O fim.

Jackie C.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

St. Agostinho



"AS LÁGRIMAS SÃO O SANGUE DA ALMA" 





Arthur Schopenhauer


"QUANTO MAIS ELEVADO É O ESPÍRITO,

MAIS ELE SOFRE"

Schopenhauer

Miguel de Unamuno



"O AMOR É FILHO DA ILUSÃO

E PAI DA DESILUSÃO"


Unamuno

Confissões – num verão Gélido (Junho,2011).

Permaneço sorrindo
Fingindo e mentindo
para mim mesma:
"Tudo está bem"


Permaneço sorrindo
Mas meu coração sangra
Nasci com o espírito fraco
Que sente mais do que pensa.
Escrevo para diminuir a dor
Já que ninguém tenho aqui


Permaneço fingindo
Que tudo está bem
E que o desespero não me atinge
Mas aqui dentro sinto falta
Daquilo que deixei para trás.


O ser humano, que é humano,
precisa de amor, comida e um sonho.
Sinto falta de um abraço
A comida é sem gosto
Meus sonhos tornaram-se
uma amarga realidade.


E aqui estou
No meio de uma onda de águas
Lá fora chove, e aqui, lágrimas.
Estou sóbria de caneta na mão
Tentando remendar meu coração.




Dublin, Junho, 2011
Jackie C.

"...Vou passar a noite em Dublin por não poder passá-la em POA,
Mas, quando chegar em POA, terei pena de não ter ficado em Dublin.
Sempre esta inquietação sem propósito, sem nexo, sem conseqüência,
Sempre, sempre, sempre,
Esta angústia excessiva do espírito por coisa nenhuma,
Na estrada de POA, na estrada de Dublin, ou na estrada do sonho, ou na estrada da vida..."



Adaptado com minhas "inquietações pessoais", mas copiado do gd Mestre Fernando Pessoa 
(Ao Volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, Poema de Álvaro de Campos)



“Sucede com as feridas d'alma o mesmo que às feridas do corpo: é quando elas esfriam, que a dor se torna aguda e lancinante.”

José de Alencar 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011


"Liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."
Fernando Pessoa




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O amor passou. A dor ficou.
Não importa. A mente é torta.
O coração não quebrou. Apenas murchou.
Palavras não ditas. Decepções malditas.
Atravessar o Oceano. Puro engano.
Devaneios constantes. Caminhos errantes.
Sobrevevi à tempestade. Restou apenas a vontade.
O perdão virou lenda. No seu coração uma fenda.
Estupidamente dividido. Tudo está perdido.
Rimas sem noção. E eu sem razão.
Estupidamente segui o coração.
E aprendi a lição.
Até a próxima decepção.